Um pouquinho de muito a comentar: na segunda-feira, 20, o presidente em exercício reúne todos os governadores em Brasília para tratar de um assunto árduo: a dívida dos Estados para com a União. O objetivo é encontrar as melhores maneiras de se resolver o impasse, neste cenário de caos econômico em que o País se encontra.
Atenção especial será dada ao Estado do Rio, que decretou calamidade em suas contas públicas e se prepara, nada mais, nada menos, para sediar as Olimpíadas. Ou seja, deixaram-nos chegar ao fundo do poço e ainda agendaram uma grande festa para pagarmos. Sinto-me assistindo a um texto nonsense no palco da realidade!
*** Mas, lá fora, também são vários os motivos para as populações se preocuparem. Nos EUA, por exemplo, onde é fácil adquirir uma arma, e os ataques contra indivíduos ou grupos parecem se multiplicar, a violência não vem poupando nem cantores conhecidos do público americano. No domingo, 19, em Chicago, morreu Alejandro Fuentes, que participou da versão mexicana do The Voice.
Ele havia sido baleado há três dias, em frente a uma escola de música, onde fora comemorar seu aniversário com amigos. Tomou três tiros na cabeça, de um homem que o abordou na rua. Menos de uma semana antes, a cantora Christina Grimmie, participante da versão americana do "The Voice", foi assassinada em Orlando, na Flórida, quando distribuía autógrafos depois de um show. O atirador se suicidou em seguida.
Casos para nos inquietar e levar a pensar que o showbiz também não está livre da violência. Basta nos lembrarmos, em termos tupiniquins, do recente e triste episódio envolvendo a apresentadora Ana Hickmann!
*** Estas são da Apple: um site norte-americano contou, no fim de semana, que a empresa não vai apoiar a convenção do Partido Republicano dos EUA, que irá oficializar o nome do candidato à presidência. Nada de dinheiro ou equipamentos porque o discurso do candidato Donald Trump, é - para ser elegante - controverso em assuntos como imigrantes, mulheres e minorias.
Ah!, sim, e aqui está o (inconfessado) motivo principal: Trump criticou abertamente a Apple por não liberar as conversas do IPhone de um dos atiradores do ataque em San Bernardino e incitou a população a boicotar os produtos da "Maçã".
*E parece que a empresa também não está tendo vida fácil na China: não é que a justiça daquele país proibiu a venda dos IPhones 6 e 6 Plus em Pequim? Motivo alegado e, no mínimo, estranho: a desconhecida empresa chinesa Shenzhen Baili alega que a Apple cometeu plágio do seu aparelho, Baili 100C. Na verdade, o design do Baili lembra de longe os aparelhos da Apple, mas é muito semelhante a inúmeros aparelhos chineses.
Precisa contar que a Apple recorreu imediatamente? E até já emitiu comunicado informando que o bloqueio de vendas de seus aparelhos foi suspenso e seus produtos continuam sendo vendidos em toda a China. Melhor para a Apple, com seu "negócio da China"!